sábado, 29 de outubro de 2011
Viva impressão do pretérito
Procuro algo mais apresentável com palavras subjetivas, mas a simplicidade de fazer com que sua voz parta em minha direção e lubrifique meu olhar já se faz por subjetivo ao extremo. Esse sentimento que me invade já virou rotina e me consome a cada manhã esperançosa de um sorriso seu. E o que eu sei dizer é que a vergonha que me invade ao tentar me aproximar, despenca no papel como forma de gestos simples. Por algum motivo eu te conheci e por outro motivo mais forte ainda eu me apaixonei.
Mais um dia

Não fiz coisas interessantes fiquei pensando em você. Não quis me arrumar, eu me arrumei pra você, porque hoje seria mais um dia de você, mas você escorregou e quem caiu em prantos fui eu, pois sou uma mulher, sou uma ilha cercada de sentimentos por todos os lados. Não vou esconder meu orgulho porque o seu está explícito, e se pra você não interessa pra mim é muito importante, e se você só encontra uma solução para isso, saiba que eu tenho um leque de vertentes nas mãos.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Desnorteada noite
O refúgio é o bar. Todos vão para o bar. O encanado afoga as mágoas no gargalo. Apoiados sobre o balcão pensam na vida, mas não tentam corrigir seus próprios erros. E assim, nessa constância de arrependimentos, a noite termina na entornada da antepenúltima... Penúltima... Última dose!
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