O refúgio é o bar. Todos vão para o bar. O encanado afoga as mágoas no gargalo. Apoiados sobre o balcão pensam na vida, mas não tentam corrigir seus próprios erros. E assim, nessa constância de arrependimentos, a noite termina na entornada da antepenúltima... Penúltima... Última dose!
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